ATEAC - Instituto para Atividades, Terapias e Educação Assistida por Animais de Campinas
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Amy


Nome:

Amy

Raça:

Golden Retriever

Trabalha:

HC Unicamp

Idade:

2 anos



Engraçado como a vida por vezes se encarrega de te colocar no caminho certo para que seus objetivos sejam alcançados… Assim começa a minha história com a Summer e com a Amy, minhas amadas companheiras de 4 patas!

Nasci e fui criada na cidade de São Paulo e nunca tive a pretensão de me mudar para o interior, meu marido por sua vez, nasceu e cresceu no interior e nunca teve a pretensão de morar em São Paulo, ou seja, tínhamos pela frente o primeiro impasse da vida a dois: vamos nos casar e morar onde?!

Relutei muito no início, porém conversamos até que chegamos à conclusão de morar no interior, onde teríamos uma melhor qualidade de vida, além de permitir a realização de um grande sonho meu: ter um golden retriever, afinal nós teríamos espaço e seria uma excelente companhia. Meu marido não só concordou com a ideia como sugeriu que não tivéssemos apenas um e sim dois golden retrievers, para que um fizesse companhia ao outro durante nossa ausência.

Além disto, sabíamos que a raça é fantástica na convivência com crianças e adultos, o que facilitaria a realização de mais um objetivo: trabalhar em prol do próximo.
Enquanto procurávamos as nossas mascotes também pesquisamos sobre ONGs que desenvolviam trabalhos com cachorros, foi aí que conhecemos a ATEAC.

Aqui, vou dividir a história, para apresentar como cada uma das minhas companheiras de 4 patas têm preenchido a minha vida….

Amy….

A Amy foi eleita ainda no ventre de sua mãe Ariel, que é um lindo exemplar da raça. O dia em que fomos escolhê-la, havia apenas duas fêmeas na ninhada e o meu marido me disse que ele iria escolher quem seria a nossa Amy, uma vez que eu já havia escolhido a nossa Summer.

E assim, a criadora nos trouxe as duas filhotinhas, uma bolinha de pelo quietinha e a outra super agitada, que chegou já comendo a meia do meu marido. Eu disse a ele que escolhesse a mais calminha, mas foi amor à primeira vista, ele, é claro, escolheu a mais serelepe.

No dia que ela chegou a casa foi uma alegria, ela corria, caia, brincava e como escrevi acima, ela era muito serelepe o que resultou em “extinção” completa do meu pé de carambola e no surgimento de diversos buracos no meu gramado.

Ela cresceu e já podia iniciar seus trabalhos como co-terapeuta. No HC da UNICAMP ela se realiza a cada visita, deita e lá fica ganhando cafuné, abraço e petisco das crianças. É muito engraçado como a Amy sabe que é hora de trabalhar, pois somente quando chegamos à UNICAMP ela se dispõem a sair do carro sozinha, em qualquer outro lugar temos que tirá-la e isto não é uma tarefa fácil, pois esta golducha pesa nada menos que 35 kg!!!

Dizem que os anjos têm asas e eu, tomo a liberdade de escrever que em alguns casos, eles na verdade tem 4 patas e é assim que vejo a minha Amy, minha anjinha dourada de 4 patas!

Andresa Hernandes